CREA-DF
Sexta, 15 Junho 2018 20:00

Crea-DF participa de discussões sobre as diretrizes educacionais para a Engenharia

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Durante os dias 13 e 14 de junho o Crea-DF fez parte das comitivas de lideranças do Sistema Confea/Crea/Mútua para discussões sobre as diretrizes educacionais para a Engenharia. Fizeram parte do debate representantes do Ministério da Educação (MEC), do Conselho Nacional de Educação (CNE), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), representantes do Confea, representantes da Mútua, 5 representantes dos Creas, o coordenador do Colégio de Presidente, o coordenador nacional da câmara da agronomia.

 

Para o presidente Joel Krüger, a fim de garantir que a sociedade brasileira tenha qualidade e segurança, “precisamos também da qualidade da formação, não só da qualidade no exercício profissional”.

O ministro Rossieli concordou: “Temos que ter um controle melhor da qualidade do ensino. Façam uma proposta unificada. Vamos discutir com a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior e a Secretaria de Educação Superior”. Na audiência, ficou acordado o prazo de 30 dias para a manifestação do Confea com sugestões sobre as diretrizes curriculares de Engenharia.

A presidente do Crea-DF, Fátima Có considera importante a formulação de sugestões para as Diretrizes Curriculares Nacionais vindo dos representantes da Engenharia, a serem aprovadas pelo Ministério. “A contribuição que a engenharia tem a fazer com toda certeza terá papel crucial na melhoria da qualidade e da equidade da educação no Brasil”, disse Fátima.

“Saímos com o compromisso do ministro Rossieli Soares da Silva de que poderemos nos manifestar. Essa é uma demanda antiga e agradeço ao presidente por dar a oportunidade de trabalhar em torno desse momento tão importante para todo o Sistema”, destacou o coordenador da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), eng. civ. Osmar Barros Júnior.

O presidente do Confea relatou aos participantes da audiência com o ministro a necessidade de avançar na discussão mais objetiva de temas específicos e de “disponibilizar a nossa capilaridade com 27 Creas para ver de que forma podemos contribuir, observando nossos limites legais, com toda a inteligência do nosso sistema profissional”.

A agronomia foi pautada e foi externada a preocupação sobre adoção de instrumentos de controle da qualidade na formação e na habilitação profissional, inclusive em relação às ameaças do ensino à distância na Agronomia e Engenharia.

Os conselheiros receberam o relatório preliminar e que contou com contribuições da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (Abenge), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre outras entidades.

Os conselheiros terão 30 dias para se manifestarem e entregar as contribuições, críticas e sugestões ao CNE.

Última modificação em Sexta, 15 Junho 2018 20:23

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