CREA-DF
Sexta, 23 Fevereiro 2018 20:33

Encerramento do Encontro de Líderes é marcado pelo sentimento de renovação

Escrito por Confea
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No encerramento do VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua, na manhã desta sexta (23), o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. Civ. Joel Krüger, saudou os mais de 800 profissionais que participaram dos trabalhos no decorrer desses três dias. Temas de relevância discutidos pelos colegiados permitem que o sistema profissional possa atuar em 2018. “Foram dois dias e meio de intenso trabalho. Após a indicação dos coordenadores, definimos a agenda anual”.

 

Na ocasião, o presidente manifestou ainda ao ministro do Trabalho, Helton Yomura, a importância de promover o diálogo em torno de demandas importantes para o Sistema. “Pretendemos estabelecer uma forte parceria com o Ministério do Trabalho porque, além da atividade típica da Engenharia de Segurança do Trabalho, temos inúmeros temas de interesse direto do sistema profissional”.

A federalização do plenário federal e a entrada de profissionais estrangeiros no país foram os temas enumerados pelo presidente do Confea. “Precisamos dialogar porque, ministro, nós entendemos que não podemos estar fechados para o mundo. Há necessidade da entrada de profissionais e empresas estrangeiras no Brasil e vice-versa. Mas pedimos que haja reciprocidade e que a entrada de profissionais estrangeiros seja nas mesmas condições que o profissional brasileiro atua, não podemos criar diferenciações. A solução para essa demanda é a melhor solução para o Brasil. Estamos defendendo o interesse da nação brasileira. Tenho certeza de que vamos avançar”.

Em sua fala, o ministro Helton Yomura declarou que “o país conta agora com uma legislação avançada que visa o setor produtivo”. Apontando dados como o avanço do PIB relativos a um “cenário profícuo”, ele alegou que está aberto ao diálogo para construir uma solução para a questão dos profissionais estrangeiros. Em relação à segurança do trabalho, afirmou que os números são epidêmicos. “Tudo passa nas mãos dos engenheiros. Conto com a ajuda dos senhores para melhorar pelas condições de trabalho”.

Integração

A integração com a nova gestão do Conselho Federal marcou a participação dos demais integrantes da mesa de trabalhos do encerramento do evento. O coordenador da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho, Luiz Antônio de Melo, considerou que “a engenharia vai voltar a ser protagonista no desenvolvimento do país”.

O coordenador do Colégio de Presidentes, eng. agr. Francisco Almeida, foi mais incisivo. “Ainda acredito na ética, na humildade, na proatividade e na esperança. Na esperança de mostrar que o desenvolvimento do país depende de nós. Quero conclamar vocês para que todos juntos façamos essa transformação no Sistema Confea/Crea. Vamos fazer uma das melhores administrações que o Confea já teve”.

O Diretor presidente da Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais, eng. Civ. Paulo Guimarães, também colocou a Mútua à disposição do Confea. “Com os Creas e as entidades queremos cumprir o nosso papel como braço do Sistema. Estamos juntos”.

Já o coordenador da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia, Kléber Santos, considerou que acredita na renovação efetiva do Confea. “As coordenadorias são a base do Sistema, os alicerces de um grande edifício social. Tenho certeza de que os profissionais, nos canteiros de obras e demais espaços de atuação e as coordenadorias estão à disposição”, disse, desejando sucesso a Joel Krüger.

Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Vale do Rio Pardo-RS, Andreá Brondoni da Rocha, ressaltou que as entidades são uma das bases do sistema. “Vamos desenvolver atividades em conjunto com as entidades precursoras e o CDER nesse momento de renovação do Sistema”.

Vice-presidente do Confea, o engenheiro eletricista Edson Alves Delgado colocou o plenário do Confea à disposição “para fazer uma repaginação do nosso Sistema. O plenário não se furtará de deliberar sobre tudo aquilo que vier ao encontro dos profissionais do Sistema. Somaremos forças para colocar a engenharia nacional no lugar de onde ela nunca deveria ter saído”.

O coordenador do Colégio de Entidades Nacionais (CDEN), eng. Civ. Wilson Lang, apresentou uma carta em que o colegiado corrobora uma correspondência encaminhada ao Federal pelos Institutos de Engenharia de Pernambuco e do Rio de Janeiro. Intitulada “A Crise Atual e a Engenharia Brasileira”, ela destaque pontos como a defesa e o fomento da engenharia nacional e o foco e investimento nos projetos de Engenharia. “O crescimento econômico sustentável de uma nação só é possível através da geração e empregos e riquezas”.

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