Segunda, 05 Fevereiro 2018 13:48

Presidente do Crea-DF concede entrevista para o DF-TV nesta segunda (05/02)

Escrito por G1
Avalie este item
(0 votos)

Os 25 veículos esmagados pela laje de um prédio da quadra 210 da Asa Norte no domingo (4), em Brasília, vão seguir sob os escombros até que sejam divulgadas as causas do acidente. Não há previsão para a retirada. Até esta segunda-feira (5), eles continuavam à espera de um laudo que embase o trabalho de recuperação.

 

Assista a reportagem: http://g1.globo.com/distrito-federal/bom-dia-df/videos/t/edicoes/v/laje-desaba-e-destroi-25-carros-na-210-norte/6475657/

O condomínio do bloco C contratou um engenheiro particular para emitir o laudo. Assim que ele sair, será enviado para uma empresa fazer um projeto de recuperação. A terceira etapa seria a liberação de um alvará pela administração regional.

Só depois de sair o alvará é que começará a parte de limpeza: retirar toda a terra, o concreto, fazer o escoramento do terreno e remover os 23 carros e 2 motos.

De acordo com a Defesa Civil, que pediu para cobrir o local com tapumes, uma obra deste porte demoraria três meses para ficar pronta. Isso porque envolveria pontos como a construção de uma nova laje, a reurbanização do gramado e o acabamento.

Como é de interesse do condomínio, no entanto, existe a possibilidade de o trâmite burocrático ser acelerado.

Assim que sair, o laudo do engenheiro contratado deverá ser compartilhado com a Defesa Civil. O órgão quer ter acesso ao andamento de todas as etapas.

Não será feito, no entanto, nenhum laudo público porque o entendimento é de que o que ocorreu é de responsabilidade do condomínio – que diz ser remota a hipótese de infiltração porque mandou impermeabilizar a laje há dez anos. Como não houve vítima, também não haverá laudo da Polícia Civil.

A princípio, os gastos serão rateados entre os condôminos. Porém, eles já estão em contato com a seguradora, que supostamente garante em contrato a cobertura em casos de desabamento e danos a veículos. O percentual de cobertura, entretanto, ainda deve ser definido.

Até a última atualização desta reportagem, os elevadores do prédio seguiam desligados e os serviços de água e esgoto cortados. A energia elétrica já foi restabelecida, mas os elevadores continuavam desligados.

 

Última modificação em Segunda, 05 Fevereiro 2018 13:57